Idade Maior

Amália, coração independente

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Uma exposição única da vida e obra da maior fadista portuguesa. A partir de 5 de Outubro, no Museu Berardo e da Electricidade, em Lisboa.


Para assinalar os dez anos da morte de Amália Rodrigues, paralelamente a outras iniciativas do ciclo Amália 2009, o Museu Berardo e o Museu da Electricidade, ambos em Belém, vão receber a vida e a obra de uma das figuras mais incontornáveis da cultura nacional. O título "Amália, Coração Independente", foi retirado de um dos seus famosos fados - "Estranha Forma de Vida".

A exposição, que tem por objectivo mostrar aos visitantes um olhar contemporâneo e renovado de Amália Rodrigues enquanto símbolo nacional, é composta por uma parte significativa do acervo da Fundação da fadista, mas também por obras desenvolvida por vários artistas que retratam a sua visão.

No Museu Berardo, a mostra foi exposta de forma cronológica (feita por Vítor Pavão dos Santos) e composta por objectos de cena, vestidos, jóias e outros documentos, bem como uma sala de escuta onde se pode ouvir todos os discos de Amália, um núcleo dedicado à "Imagem da Voz" (com fotografias de diversos autores reconhecidos) e um núcleo de grande de obras de artistas contemporâneos.

À excepção de algumas peças que já existiam anteriormente, como o "Coração Independente" de Joana Vasconcelos ou o filme de Francesco Vezzoli que relata a vida de Amália, vários artistas criaram obras propositadamente para esta exposição.

Constam ainda as obras que deram origem às capas de uma reedição em vinil de vários discos da cantora. Peças feitas propositadamente para o efeito por Adriana Molder, Ana Rito, Bruno Pacheco, Catarina Saraiva, Gabriel Abrantes, Isabel Simões, João Onofre, João Pedro Vale, Pedro Barateiro, Pedro Gomes, Rita GT e Sofia Leitão.

No Museu da Electricidade é apresentado um extenso núcleo dedicado aos vestidos e jóias da colecção pessoal de Amália, por oposição aos que são mostrados no Museu Berardo, exclusivamente objectos e vestuário de cena.

Até 31 de Janeiro de 2010, a exposição estará patente no Museu Berardo, no Centro Cultural de Belém e no Museu da Electricidade.

Horário:
Segunda, terça, quarta, quinta, sábado e domingo das 10h00 às 19h00 (última admissão às 18h30)
Sexta das 10h00 às 22h00 (última admissão às 21h30)

Preço:
Entrada Livre
1 comentários
  • Eugenio Soares de Castro
    17 de Outubro
    Para mim nada é demais que se possa fazer para (Essa Grande Diva do Fado).